A escola é um referencial para grande parte dos alunos adolescentes. Com escolas fechadas por conta da pandemia do coronavírus COVID-19, há desafios logisiticos por redes públicas de todo o país para promover aprendizagem remota.
Questões como o cenário da conectividade dos alunos e professores, como garantir de qualidade e equidade para todos os estudantes, quais são as melhores metodologias para atividades educacionais a distância, entre outras, estão no centro das preocupações das secretarias de educação neste momento.
Se de um lado as escolas precisam se reinventar em tempo recorde, do outro, as famílias também precisam lidar com questões novas, como as dúvidas na hora de orientar os filhos com atividades, a ausência de equipamentos ou conectividade, insegurança em relação ao futuro e até mesmo a dificuldade de conciliar o trabalho em casa com o tempo demandado para acompanhar os estudntes em suas tarefas e ações cotidianas.
Para o ensino médio, há a possibilidade de salas de aula virtuais em um ambiente virtual de aprendizagem (Google Classroom, Microsost Team, etc) onde pode se disponibilizar atividades, colocar nota e dar feedback (retorno avaliativo) para os alunos.
As ferramentas que as TICs oferecem são muitas. Porém, não há acesso universal a internet, wifi , smartfones, computadores e tablets. Ainda não há solução totalmente eficaz para aqueles que não têm acesso a equipamentos e mesmo a internet. Só que não são todos os alunos que têm celulares, pcs ou tablets para acessar. Suportes básicos a tecnologiacomo o sinal de telefonia, por exemplo, não chega com qualidade em alguns locais.
O componente tecnologia tem sido muito desafiador no processo de EAD para professores e gestores porque estão revelando o impacto da enorme desigualdade econômica social tecnológica no Brasil e em várias localidades do mundo.

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