quinta-feira, 14 de maio de 2020

Radioblog e Podcast: tem diferença?




SIM.
O termo Radioblog é um neologismo ainda sem verbete nos dicionários brasileiros ou na Wikipedia. Fala-se também em audioblog, MP3blog, webradio e musicblog. 
A opção por usar o termo Radioblog, deve-se à característica de produzir um blog que seja constituído também por programas de áudio. É uma fusão dos termos ‘rádio’ e ‘blog’.
O podcast se distingue do radioblog pela possibilidade de ser “baixado” automaticamente, quando se usa um software capaz de ler RSS ou Atom syndication.

O Radioblog é parecido em sua metodologia de produção com o Podcast. A diferença sutil e conceitual entre Podcast e Radioblog, ou Webradio, está em seu modo de distribuição.

O Radioblog, então, poderia ser entendido como um blog que utiliza também arquivos de áudio produzidos como um Podcast e que teria programação regular e constante como uma rádio tradicional

O podcast só pode ser considerado assim se possuir em sua base de distribuição o uso de uma tecnologia semelhante ao RSS.

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Conteúdo significativo, digital e flexível / Aprendizagem ativa com foco no aluno


Ferramentas digitais simples para desenvolver competências específicas de Ciências da Natureza
A BNCC do Ensino Fundamental foi formulada com a intenção de dar início a uma nova etapa no ensino do Brasil. Com essa modernização, a inserção do uso de tecnologia em sala de aula não poderia ficar de fora. O documento da BNCC apresenta diversas menções ao uso da tecnologia em competências estruturantes, especialmente na área das Ciências da Natureza.
Neste artigo, iremos comentar uma das competências específicas das Ciências da Natureza em relação ao uso de tecnologias em sala de aula e pensar em como aplicá-la na rotina de aulas, além de demonstrar que o uso de tecnologia na escola pode ser acessível e descomplicado.
O que a BNCC diz sobre o uso de tecnologias nas Ciências da Natureza?
A competência específica da área que faz menção direta ao uso de tecnologia em sala de aula é a que diz: “Utilizar diferentes linguagens e tecnologias digitais de informação e comunicação para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos e resolver problemas das Ciências da Natureza de forma crítica, significativa, reflexiva e ética”. Sua aplicação pode ser muito simples se desmembrarmos a competência em seus principais objetivos que devem ser alcançados por meio do uso da tecnologia: comunicar, acessar e disseminar informações; produzir conhecimentos; resolver problemas.
Comunicação, acesso e disseminação de informações
O acesso à informações é um dos usos primários da internet para fins educativos: a já familiar pesquisa. Para fazer isso de forma mais crítica, procure sempre fornecer sites confiáveis para que as informações colhidas sejam de fontes confiáveis.
A comunicação e a disseminação de informações podem ser feitas por meio de projetos de criação de vídeos, textos e áudios. Ferramentas simples como canais de vídeos em plataformas como o YouTube, blogs e podcasts são maneiras acessíveis e em sua maioria gratuitas com grande potencial de exploração para projetos de divulgação científica.
Produção de conhecimento
A produção de conhecimento nada mais é do que fazer ciência na prática. Uma ferramenta digital simples e gratuita que pode apoiar projetos de produção científica são os formulários. Muitas pesquisas científicas, não somente nas Ciências da Natureza mas também nas Ciências Humanas, usam questionários aplicados a um número amostral de pessoas para obter dados relevantes. Esses questionários, quando aplicados de forma digital, agilizam a coleta de dados além de facilitar sua análise, permitindo a criação de tabelas e até gráficos para enriquecer a pesquisa.
Resolução de problemas
Um dos eixos do letramento científico é a capacidade de resolução de problemas. Tais problemas podem ser simples, como buscar a resposta de uma questão cotidiana (por exemplo: por que existem quatro estações no ano?) ou podem ser propostas de soluções para problemas mais complexos, como alternativas de recuperação para locais acometidos por grandes impactos ambientais.
A escolha de notícias em relação ao meio ambiente ou à saúde, por exemplo, pode ser um meio simples e eficaz para propor estudos de caso em sala de aula. Combinando com a pesquisa feita em sites pré-selecionados, os estudos de caso desenvolvem na turma o pensamento crítico e a mentalidade científica em busca da resolução de um problema.
Lembrando que, apesar de tratarmos aqui como três ações independentes, a comunicação, o acesso e a disseminação de informações, a produção de conhecimento e a resolução de problemas caminham lado a lado na ciência. 

Nosso intuito é mostrar que a inserção da tecnologia em sala de aula nem sempre depende de equipamentos específicos e de profissionais capacitados: ferramentas já familiares tanto para docentes quanto para estudantes podem ser usadas de acordo com o que é proposto na BNCC.
Carolina Brandão 
Infogeekie outubro 18, 2019 

15 passos para adotar tecnologias em sala de aula




1. Acredite que as tecnologias digitais podem colaborar para promover novas práticas pedagógicas;
2. Entenda como estes recursos podem ser incorporados à rotina escolar;
3. Conheça algumas possibilidades que fazem sentido dentro da sua área de trabalho e se aproprie de algumas ferramentas tecnológicas;
4. Planeje novas estratégias de ensino que tenham o aluno no centro do processo de aprendizado e o professor como mediador da construção do conhecimento;
5. Pense em um ensino mais personalizado e uma avaliação que leve em consideração as necessidades de cada aluno, visto que o conhecimento está disponível e o foco da educação não é mais a transmissão de conteúdo, mas sim o desenvolvimento de competências e habilidades;
6. Incentive os alunos a pesquisar na internet. Oriente-os a pesquisar fazendo uso de palavras-chave e símbolos. Além disso, indique bibliografias e sites úteis para que desenvolvam com qualidade o trabalho;
7. Permita que os alunos comparem informações e discutam sobre os temas pesquisados, sinalizando a confiabilidade da informação;.
8. Estimule os alunos a produzir seus próprios textos, em diferentes formatos, a partir das pesquisas realizadas na internet e em outras mídias, bem como a mencionar autores e fontes pesquisadas;
9. Motive os alunos a participar de projetos colaborativos, inclusive com estudantes de outras escolas no Brasil e no exterior;
10. Crie ou estimule seus alunos a criarem um espaço virtual exclusivo para produção de trabalhos colaborativos (uma página no Facebook, um perfil no Twitter, um blog, um disco virtual);
11. Incentive os alunos a compartilhar seus trabalhos na internet para que qualquer pessoa possa ter acesso, contribuir e fazer críticas;
12. Valorize o uso de diferentes recursos tecnológicos para produção de trabalhos escolares, como vídeos, fotos, podcasts, blogs, slides, gráficos, banco de dados, ou seja toda e qualquer ferramenta que possa ser utilizada no dia a dia escolar ou futuramente no mercado de trabalho;
13. Permita diferentes formas de manifestação e expressão no desenvolvimento dos trabalhos, dando espaço à criatividade e pró-atividade;
14. Engaje os alunos em tarefas desafiadoras, que façam sentido para suas vidas, que proporcionem o trabalho em equipe e administração do tempo;
15. Propicie a produção de games, estimulando o raciocínio lógico, com o uso de softwares de programação.
Fonte: Ibdin / Porvir Publicado em: 16/03/2016

3 formas de transformar sua escola com a ajuda da tecnologia


No século XXI, a tecnologia avança de forma exponencial – daí a sensação que temos de que as novidades chegam rápido demais: de repente, seu celular novinho está ultrapassado; aquele aplicativo que fazia sucesso no mês passado foi completamente esquecido.
Para quem nasceu antes dos anos 80 – os chamados migrantes digitais – adaptar-se a essa rotina virtual representa um desafio; porém, os nativos digitais, hoje crianças e jovens de até vinte e poucos anos, enfrentam com naturalidade o surgimento de aparatos antes reservados a filmes de ficção científica (estou falando de você, impressora 3D).
É um caminho sem volta. A relação que as novas gerações têm com seus aparelhos eletrônicos em muito difere daquelas nutridas por seus pais e avós. O smartphone não é somente fonte de entretenimento, que deve ser desligado em momentos “sérios” – é canal de comunicação, é ferramenta de criação, é porta para aprendizado, é plataforma para consumo.
Proibir a tecnologia na escola, portanto, é uma missão fadada ao fracasso; a melhor proposta é, mesmo, descobrir como usá-la para atingir seus objetivos, sejam eles pedagógicos ou de gestão. Isso implica em estar aberto às novidades, buscando compreender o potencial de cada ferramentas digital no contexto escolar (e, inclusive, saber dizer não quando convém). Selecionamos três formas de transformar sua instituição de ensino com ajuda da tecnologia:

Otimizando o tempo do professor
De acordo com a OCDE, o professor brasileiro gasta 22% mais tempo em tarefas fora de sala de aula do que seus colegas de profissão em outros países. As atividades burocráticas representam 13% da sua carga de trabalho. Encaixam-se aí a elaboração e correção de provas, criação de tarefas de casa, preenchimento de chamada, planilhas e boletins, bilhetes para a família, planejamento de aulas… E mais, muito mais.
São funções que trazem resultados positivos? Sim. São funções que poderiam ser otimizadas com tecnologia? Com certeza.
Ferramentas digitais são ideais para otimizar o tempo do professor com tarefas operacionais, deixando-o livre para o que é intelectual e criativo. É possível encontrar no mercado plataformas com acervo de videoaulas, exercícios e tarefas de casa, correções automáticas em tempo real, relatórios de desempenho que permitem comparar a evolução de alunos, turmas e unidades – tudo isso, sem que o professor vire noites em claro. Outras oferecem agendas online, facilitando a comunicação entre professores e gestores ou entre a escola e os pais. Basta encontrar a que faz mais sentido para a sua instituição!

Personalizando o ensino
O big data é a compilação e análise de um grande número de dados, que não seria possível sem auxílio da tecnologia. A melhor parte de se trabalhar com o big data? Ele fica mais e mais apurado conforme o usuário interage com a plataforma: ou seja, se um aluno estuda online diariamente, a plataforma se torna cada vez mais certeira ao lhe sugerir conteúdos que vão ao encontro de suas necessidades.
Imagine que a ferramenta está prestando atenção em tudo: quais as áreas de conhecimento em que o estudante tem facilidade ou dificuldade, qual formato é mais eficiente em ensiná-lo (vídeos, textos, infográficos, podcasts, resolução de problemas?), em quais horários rende mais, como a ordem em que os temas são apresentados influencia seu aprendizado. Agora, imagine ter esse olhar aprofundado para cada indivíduo na sala de aula! Esse é um nível de entendimento que uma escola não conseguiria atingir sem suporte tecnológico.

Captando e retendo alunos
O trajeto de uma família desde o primeiro contato até a decisão de matricular o jovem em sua instituição de ensino passa por diversas ferramentas digitais. Com certeza, você consegue se lembrar de algumas: uma página no Facebook, o site da escola, um blog com conteúdos relacionados à educação e às metodologias adotadas, emails, tudo que leve, finalmente, a uma visita presencial.
Em cada uma das etapas acima, o gestor (ou a equipe de comunicação, caso haja uma) tem a oportunidade de conhecer melhor aquela família e o que ela valoriza em uma escola. Assim, consegue destinar mais esforços àquelas que se encaixam em seu perfil – por exemplo, se os pais estão à procura de uma escola pequena, em que os alunos são tratados pelo primeiro nome e com foco na formação cidadã, talvez sua grande rede, cujo diferencial é a alta aprovação em vestibulares e os professores de cursinho, não satisfaça esses desejos. Em vez de investir recursos e tempo valiosos, mas cegos, a tecnologia fornece essa visibilidade desde o princípio.
Depois de o estudante estar matriculado, a comunicação online também é uma carta na manga de qualquer instituição, que pode nutrir a família com materiais relevantes para que elas se sintam parte da comunidade escolar e a par dos acontecimentos em sala de aula.
Além disso, o próprio fato de a escola investir na infraestrutura, expondo seus alunos às linguagens digitais, é visto com bons olhos: eles sentem que estarão mais preparados para o mercado no novo milênio.

Fonte: Marcela Lorenzoni, da equipe de marketing da Geekie. Geekie Publicado em: 26/01/2017

Dicas para adicionar Podcasts no eLearning



Afinal, podcasts pode dar-lhe a oportunidade de tornar o aprendizado divertido, informativo e emocionante para os seus alunos, para não mencionar mais eficaz.
 1. Brainstorm para gerar idéias ou tópicos que são relevantes e divertidos.
Antes mesmo de começar a escrever o script e gravar o seu podcast, você vai querer pensar em idéias ou tópicos que você considera como valioso e divertido para os alunos, porque a ideia é manter os alunos engajados e levá-los entusiasmados durante o curso. Reúna algumas idéias para o seu primeiro podcast de eLearning, tente manter as coisas simples, enquanto ainda oferece aos seus alunos informações valiosas, para evitar a sobrecarga cognitiva.
2. Reúna as ferramentas de criação de podcast necessárias de antemão.
Descubra quais ferramentas você vai precisar antes de seguir em frente. Você tem um microfone que vai ajudá-lo a produzir um som de qualidade? Você tem as ferramentas gratuitas de podcast que podem lidar com o processo de edição e renderização? Todas estas ferramentas irão ajudá-lo a criar um podcast de qualidade.
3. Crie um script ou um esquema para agilizar o processo.
Mesmo que você não esteja planejando escrever um script, ainda é uma boa idéia ter, pelo menos, um esboço que pode ajudar a mantê-lo no caminho certo durante sua sessão de gravação. Dentro deste esboço, você pode anotar pontos importantes ou tópicos que você queira abordar, recursos ou referências inestimáveis que você gostaria de mencionar, assim como uma breve visão geral de como você gostaria de estruturar seu podcast.
4. Ensaie antes de começar a gravar o podcast.
É sempre sábio fazer um ensaio prático antes de começar a gravar, pois permitirá que você resolva quaisquer problemas que você não tinha previsto. Por exemplo, durante a execução da prática, você pode descobrir que a sala que você está usando tem muito ruído de fundo ou que precisa se afastar do microfone para reduzir a distorção vocal. Fazendo isso, também permitirá que você aperfeiçoe o seu tom e ritmo. Tenha em mente que seu primeiro podcast não precisa ser perfeito, mas evitar essas armadilhas comuns pode ajudá-lo a aumentar significativamente seu valor de produção.
5. Utilize software de edição gratuito para melhorar o profissionalismo do seu podcast.
Há uma variedade de ferramentas de edição gratuitas que você pode usar para tornar seu podcast som mais profissional e polido. Audacity é uma das opções mais populares, que você pode baixar e usar absolutamente gratuitamente.
6. Considere uma variedade de métodos de entrega.
Você pode oferecer seus podcasts através de várias plataformas de entrega. Em vez de apenas oferecê-lo em um lugar, você também pode incluir links de download para seu podcast diretamente no seu curso ou site. Isto dará aos alunos a oportunidade de ter acesso imediato ao podcast. Você também pode criar um feed RSS que permite que os alunos saibam quando você fez o upload de um novo podcast.
Fonte: IBDIN Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional
Publicado em: 12/06/2017

PODCAST, EAD e PANDEMIA


A escola é um referencial para grande parte dos alunos adolescentes. Com escolas fechadas por conta da pandemia do coronavírus COVID-19, há desafios logisiticos por redes públicas de todo o país para promover aprendizagem remota.
Questões como o cenário da conectividade dos alunos e professores, como garantir de qualidade e equidade para todos os estudantes, quais são as melhores metodologias para atividades educacionais a distância, entre outras, estão no centro das preocupações das secretarias de educação neste momento.

Se de um lado as escolas precisam se reinventar em tempo recorde, do outro, as famílias também precisam lidar com questões novas, como as dúvidas na hora de orientar os filhos com atividades, a ausência de equipamentos ou conectividade, insegurança em relação ao futuro e até mesmo a dificuldade de conciliar o trabalho em casa com o tempo demandado para acompanhar os estudntes em suas tarefas e ações cotidianas.

Para o ensino médio, há a possibilidade de salas de aula virtuais em um ambiente virtual de aprendizagem (Google Classroom, Microsost Team, etc) onde pode se disponibilizar atividades, colocar nota e dar feedback (retorno avaliativo) para os alunos.

As ferramentas que as TICs oferecem são muitas. Porém, não há acesso universal a internet, wifi , smartfones, computadores e tablets. Ainda não há solução totalmente eficaz para aqueles que não têm acesso a equipamentos e mesmo a internet. Só que não são todos os alunos que têm celulares, pcs ou tablets para acessar. Suportes básicos a tecnologiacomo o sinal de telefonia, por exemplo, não chega com qualidade em alguns locais.

O componente tecnologia tem sido muito desafiador no processo de EAD para professores e gestores porque estão revelando o impacto da enorme desigualdade econômica social tecnológica no Brasil e em várias localidades do mundo.

Planejamento de aula /atividade com uso de podcasts




Conteúdo:

Objetivos:

Tempo estimado:
Material necessário: computador com microfone, fone de ouvido, caixas de som, acesso à internet e gravador (ou smartfone e fones)

Desenvolvimento
1ª etapa:
Apresente o conteúdo inicial aos alunos. Se não existir uma equipe de informática na escola, realize uma pesquisa prévia sobre os programas de edição necessários para a sua realização. Promova a audição de alguns Podcasts disponíveis na internet para que todos se familiarizem. Explique que o objetivo do trabalho é realizar, em grupo, Podcasts sobre os conteúdos de biologia propostos. Divida a turma em grupos e peça que pesquisem informações em sites confiáveis, livros, etc. Os textos servirão de base para a elaboração dos roteiros.

2ª etapa:
Após a coleta de dados, oriente a seleção de material. Ajude os grupo a escolher os  conteúdos principais isolando informações com menor destaque, como comentários pontuais.

3ª etapa:
É hora de escrever o roteiro do programa/podcast. Deixe claro que o Podcast leva ao ambiente virtual as práticas do rádio: é preciso estruturar uma dinâmica ágil. Cada grupo deve organizar as informações da pesquisa para compor o roteiro adequado ao público ouvinte.
Oriente a escolha do gênero a ser desenvolvido (como entrevista e programa de perguntas e respostas).

4ª etapa:
Depois de escrever o roteiro, começam os ensaios das gravações com apoio dos gravadores. Intencionalmente, deixe os estudantes observarem que algumas das passagens escritas não se encaixam na dinâmica do podcast.  Oriente-os a readequar os textos. É importante que eles também entendam que não se trata de decorar, e sim de trabalhar a linguagem.

5ª etapa:
Para as gravações, deixe todo o equipamento ao alcance dos alunos e diga que é válido incrementar os programas com músicas para dar um ar mais "profissional". Estipule o tempo máximo de cada programa. E, depois da edição final, disponibilize o conteúdo à comunidade escolar e publique o material na internet.

Produto final
Arquivos de Podcasts a ser compartilhados pela internet.

Avaliação
Para que o produto final tenha um resultado de qualidade, é importante fazer uma análise do conteúdo e dar novas orientações à turma ao fim de cada uma das etapas. Avalie o material coletado e a seleção de informações, além da readequação delas ao gênero oral escolhido pelos alunos. Leia e reflita com a turma acerca dos roteiros elaborados e observe se as propostas se encaixam no formato escolhido. Analise as conclusões dos estudantes sobre os trechos que precisam ser adaptados, diferenciando, assim, texto oral e texto escrito.


Dicas de repositórios de podcasts de Biologia e divulgação das ciências



*Evolução, o Podcast - Biologia evolutiva (divulgação cientifica)
Disponível em: https://www.podomatic.com/podcasts/evolucaopodcast

*PodCiência - Atualidades em ciências (divulgação cientifica)
Disponível em: https://tempodeciencia.wixsite.com/site/podcincia

*BioCast – Atualidades em biologia (divulgação cientifica)
Disponível em: http://wbio.com.br/biocast/

*Colégio e curso de A a Z – Reforço escolar e dicas para o Enem
Disponível em: http://www.vestibulardeaaz.com.br/radio-deaaz/biologia/Todos

*Nerd Cursos - Atualidades em ciências (divulgação cientifica)
Disponível em: https://soundcloud.com/user-374567713

* O Nicho Podcast - Atualidades em ciências (divulgação cientifica)
Disponível em: https://anchor.fm/o-nicho-podcast

* Aulas de Biologia – Professor Bira (reforço escolar e revisão para o Enem)
Disponível em: https://player.fm/series/aulas-de-biologia-professorbiracom

* Sci Cast - Atualidades em ciências e biologia (divulgação cientifica)
Disponível em: http://www.deviante.com.br/podcasts/scicast/

* Naruhodo- Atualidades em ciências e biologia (divulgação cientifica)
Disponível em: https://www.b9.com.br/podcasts/naruhodo/

* Front da ciência - Atualidades em ciências (divulgação cientifica)
Disponível em: http://www.ufrgs.br/frontdaciencia/

*Alô ciência - Atualidades em ciências (divulgação cientifica)
Disponível em: https://alociencia.com.br/

* Oxigênio - Atualidades em ciências (divulgação cientifica)
Disponível em: http://oxigenio.comciencia.br/

*ECOFRAG: Laboratório de Ecologia de Fragmentos Florestais – Ecologia (divulgação cientifica)
Disponível em: https://www.unifal-mg.edu.br/ecofrag/podcast-eco-evolucao/

* BioNote - Atualidades em biologia (divulgação cientifica)
Disponível em: https://www.bionote.com.br/category/podcast/

* PodCaverna - Atualidades em ciências (divulgação cientifica)
Disponível em: http://www.podcaverna.com.br/

*Vest Cast - Atualidades em ciências (divulgação cientifica e dicas para vestibular)
Disponível em: http://vestcast.audio/category/podcast/vestcast/

*Bio Radio - Atualidades em ciências (divulgação cientifica)
Disponível em: https://player.fm/series/bioradio

*BugBitesPod Cast - Entomologia
Disponível em: https://player.fm/series/bug-bites-podcast

* Bio Med Cast - Atualidades em biologia (divulgação cientifica)
Disponível em: https://biomedcast.com/

* Dragões da Garagem - Atualidades em ciências (divulgação cientifica)
Disponível em: https://player.fm/series/dragoes-de-garagem

*BioNote
https://player.fm/series/series-2348473

*Biologia Podcast – (reforço escolar)
https://biologia.podbean.com/

*Decodificando - Atualidades em ciências (divulgação cientifica)
http://www.decodificando.com.br/

Um pouquinho da história dos Podcasts Mundo...



O termo podcast é creditado a um artigo do jornal britânico The Guardian em 12 de fevereiro de 2004, mas nesse primeiro momento o termo não se referia ao formato de transmissão com RSS, o que só aconteceu em setembro daquele ano, quando Dannie Gregoire usou o termo para descrever o processo utilizado por Adam Curry.

O conceito do Podcast é creditado ao ex-VJ da MTV Adam Curry, que criou o primeiro agregador de podcasts usando applescript e disponibilizou o código na internet, para que outros programadores pudessem ajudar.

Dave Winer incluiu o enclosure, um elemento na especificação RSS 2.0, o que possibilitou o conceito do podcast ser realmente utilizado. A utilização de feeds RSS para distribuir o conteúdo é a grande diferença do Podcasting em relação aos audioblogs, vlogs e flogs.

Um marco na massificação do conceito foi o lançamento da versão 4.9 do leitor de música digital ITunes, da Apple, que ampliou o suporte aos podcasts, incluindo uma secção na sua loja de música dedicada ao serviço e também uma actualização para o IPod que adiciona a categoria "Podcasts" ao menu "Music".

Um pouquinho de "pedagogês" aplicados aos podcasts...

A revolução da informação e da comunicação é uma realidade cuja sua extensão está modificando os contornos educativos e os próprios processos de ensino e de aprendizagem. A escola, como instituição particularmente ligada à sociedade, não sobrevive voltada ou fechada em si mesma; a escola interage permanentemente com o meio, sendo resultado e produto, desenvolvendo-se e construindo e é reflexo das dinâmicas sociais.

Nesse pressuposto, tudo se altera, sobretudo o aluno que passa a ser o centro de toda a atividade, numa perspectiva das teorias que têm base no construtivismo, à semelhança do que nos indicam Jean Piaget, Vigotsky, Bruner, Papert, referências incontornáveis deste modelo pedagógico.

De entre os vários recursos existentes na internet, o podcast, cujas potencialidades têm sido divulgadas em outros níveis, ainda está, na área da educação, em fase de estudos iniciais por parte dos especialistas. Ainda assim apontamos alguns pontos positivos iniciais de seu uso em processos 
pedagógicos:

• Permitir desenvolver estratégias de pesquisa e produção com vista ao trabalho quer individual quer interdisciplinar para desenvolvimento das capacidades cognitivas.
• Transferir e aplicar os conhecimentos veiculados pelo podcast em qualquer contexto escolar

Parece podcast, mas não é...



Tenho um programa de áudio no youtube, ele é um podcast?
Não.

Tenho um blog e disponibilizo todos os meus programas no 4shared semanalmente. Tenho um podcast?
Não.

Tenho um canal no Soundcloud, lanço episódios de mp3 editados com muito capricho. Tenho um podcast?
Não.

Tenho player de áudio no meu blog e até sou cadastrado em vários agregadores mas acho bobeira esse lance de feed. Tenho um podcast?
Não.

O que é podcast?

Em todos estes casos e em muitos outros, omissos a este post, as pessoas tem programas de áudio, alguns até de excelente qualidade, mas que não estão atrelados a feed.
A regra é clara: não tem feed, não é podcast.

Sendo assim, o que temos em todos estes casos seria mais adequadamente chamado de audiolog.

O podcasting é uma forma de transmitir um conteúdo digital via internet, conhecido como podcast, para ser ouvido em um iPod ou outro aparelho que reproduza e receba este tipo de arquivo e é transmitido diretamente ao assinante via Feed RSS possibilitando ao usuário receber cada novo conteúdo automaticamente, eliminando a necessidade de visitar cada site para ver se existem atualizações.

Este formato de distribuição, direta e atemporal, permite que o conteúdo seja usufruí­do de acordo com a demanda do assinante que tem liberdade para escolher o momento em que deseja ouvir o podcast.

A grande confusão acontece no fato de que chamamos de podcast tanto o meio em que os episódios são disponibilizados quanto o próprio episódio em si.

Formalmente, eu poderia dizer: - Ouvirei  um arquivo de mídia disponibilizado em podcast-.
Apesar da forma acima estar tecnicamente correta, o comum é: “Vou ouvir um podcast”.

Tendências
Algumas pesquisas de podcasters resultaram na constatação de que grande parte do seu público ouve seus episódios no computador. Outros ouvem no smartphone através de podcatchers que fazem streaming de seus episódios, ou seja, ouviram o episódio online.

O podcast é uma mí­dia que foi pensada para ser degustada desconectado da Matrix, uma forma de dispensar a necessidade de conexão com a internet para usufruir do programa. Toda vez que alguém que tem um audiolog se autodenomina podcast, uma fadinha cai morta em Neverland.

O fato é que hoje, com as atualizações das plataformas mobile e dos serviços de internet, poucas pessoas ficam de fato desconectadas, pensando nisto, surge a indagação: será que o feed tem sido deixado em segundo plano?

Disseminar conhecimento, educação e entretenimento pela internet através de um arquivo de áudio é algo que merece crédito, mas a impressão que eu tenho é que, no Brasil, a palavra podcast foi corrompida de seu sentido original e hoje é de senso comum que ela só se refere ao produto (episódio) e não a sua forma de distribuição (feed). (e como explicado acima, esta crença é incorreta)

Fonte:
KellBonassoli,6 janeiro2013 https://mundopodcast.com.br/artigos/parece-mas-nao-e/ (adaptado)


Hospedando seu podcast - o Host do Podcast



Um host para podcast é o local em que você faz o uppload (carrega) e aloja/hospeda (host) os arquivos de áudio do seu podcast. Depois de hospedar seu podcast em um host, os alunos e demais pessoas podem se inscrever e começar a baixar o seu conteúdo. 

Os serviços de hospedagem de podcast são empresas projetadas para fazer exatamente o que está escrito: hospedar seus arquivos de áudio de podcast. E o que isso inclui?

a) eles armazenam esses arquivos de áudio
b) eles os criam um 'feed' (assinatura) de podcast no qual as pessoas podem se inscrever
c) eles entregam os arquivos de áudio para seus ouvintes sob demanda

Agora, existem duas maneiras de usar um serviço de hospedagem de Podcast.
1 - Eles podem hospedar todo o site de podcast
2 - Eles podem hospedar apenas seus arquivos de áudio e você tem seu próprio site

A opção 1 é muito fácil - o host fornece um site com espaço para apresentações e players que aparecem automaticamente. Mas esses sites tendem a ser relativamente simples e você não terá muito controle.

A opção 2 requer um pouco mais de configuração, mas oferece mais flexibilidade e controle. Nesse caso, você fará o upload de arquivos de áudio para o seu host e publicará as notas mostradas e os players de áudio em seu próprio site. Há muitas vantagens nisso, e a configuração não é tão complicada.

Ao criar uma conta com um host de podcast, você terá a oportunidade de preencher todos os detalhes sobre sua série de podcasts. O nome do programa, uma descrição, a categoria que melhor se adequa a você, e você também pode enviar sua própria arte da capa.

A publicação de episódios é um processo semelhante. Carregar áudio não é diferente de carregar imagens nas mídias sociais. Você cria uma nova página de episódio na plataforma do host de mídia e insere o título do episódio e as notas mostradas desse episódio específico.

Normalmente você pode inserir uma descrição do conteúdo do episódio, além de links para qualquer site mencionado.Depois disso, você clica em 'Publicar'. Após, você terá um episódio de podcast ao vivo e seu host de mídia criará um site genérico para o seu programa.